terça-feira, 31 de março de 2015

leve é o peso do amor
pesados o ódio, a raiva e a dor
quem ama nunca tem tempo
para desconfiança ou ciúme
se porventura lhe trai o amor
não é a mão, mas o tempo que pune
desdita não tem espaço
num coração que tem tanta nobreza
pois lhe ocupa por inteiro
o carinho, o amor e a beleza 


1 comentários:

Vanuza Pantaleão disse...

E são tão poucos os "corações nobres", ou será que não nos esforçamos o bastante em busca dessa nobreza?
Fizeste-me meditar.
Um nobre abraço, amigo!

Postar um comentário